Terça-feira, 29 de Novembro de 2005

Gil Vicente-0 FCPorto-1

Se a finalidade de qualquer jogo é o golo, não há dúvidas de que o FC Porto começou mesmo por aí, pelo fim. Marcou à primeira tentativa, escalando a classificação do campeonato até ao topo em semana de clássico.


Depressa e bem não há quem. Diz o povo, numa sabedoria sujeita a equívocos. Quaresma e Lucho, rápidos no primeiro golpe do jogo, sublinharam-no a traço grosso, deixando ao Gil Vicente a tentação de varrer da memória todo e qualquer ditado popular. Depressa e bem o FC Porto chegou ao golo; depressa e não tão bem os portistas escalaram em Barcelos a tabela classificativa até ao topo, arranjando fôlego para preparar o clássico com o Sporting sem dores de pescoço. Afinal, não estão obrigados a olhar para cima. No meio de tantas vitórias paralelas, houve ainda espaço para uma vingançazinha de Adriaanse: não foi preciso dar o braço a torcer, recuperando a fórmula com Ibson e Hugo Almeida, para ganhar.

Começa-se precisamente por aí. É verdade que Ibson voltou à equipa, substituindo Diego, mas sem alterar muito a filosofia que Adriaanse planeara para o último jogo. O golo deu-lhe razão. Ou, melhor ainda, deu-lhe essa ilusão. Foi mais ou menos isso que resultou da vantagem do FC Porto logo ao primeiro pontapé no jogo: a ilusão de uma equipa capaz de enfrentar o senso comum, que aconselhava músculo num relvado pesado, e pronta a dar cobertura a mais uma teimosia do treinador. Ou meia. Jorginho sobreviveu à tal operação de cosmética e até esteve no lance que abriu tudo: o jogo, a defesa do Gil Vicente e o marcador. Uma machadada letal, que apanhou o adversário desprevenido nas malhas de um movimento repentino, arquitectado por Quaresma e concluído por Lucho. Tudo muito bem para começo de conversa. Mas uma conversa não se faz só de começos, é conveniente que tenha mais qualquer coisa. E faltou qualquer coisa, de um e de outro lado. Seria ridículo não encontrar atenuantes nas dificuldades do relvado, onde se enterravam as chuteiras e qualquer pretensão de arte. O Gil Vicente percebeu isso cedo, abdicando de grandes floreados, mas é precisamente daí que resulta uma interrogação: não estaria o onze de Adriaanse talhado para a circulação de bola que o relvado nunca permitiria?


Interrogações que o resultado faz o favor de desvalorizar. Agora, isso pouco importa. Ulisses Morais foi mais prático: plantou uma floresta de pernas no meio-campo, incluindo Carlos Carneiro, que tentava atrapalhar Paulo Assunção e ganhar com isso espaços vitais. Sobrava Ibson que, apesar dos esforços, não conseguia ser um lenhador prático a desbastar o caminho. Lucho, esse, já tinha feito muito. 


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Entra Diego



Adriaanse mudou logo a abrir a segunda parte. Trocou Ibson por Diego, acentuando a ironia: voltava do balneário a equipa que tinha sido tão criticada com o Rangers. Diego não entrou mal, procurando alimentar o ataque com passes cirúrgicos e acrescentando, até, alguma combatividade que não se notara em Ibson. Ulisses Morais preferiu esperar. Confiava ainda no peso dos músculos que tinha no meio e achava que as correrias de Nandinho e Carlitos - que tanto trabalho deram a César Peixoto na primeira parte - podiam surpreender o FC Porto. Não surpreenderam e o treinador gilista apostou então no arremesso de Robélio e Leandro Netto, numa tentativa de aproximação à área de Baía. Pontualmente conseguiu. Leandro Netto chegou mesmo a deixar os portistas em suores frios, excepto Lisandro, que manteve a cabeça na linha e tirou de lá um remate venenoso. Depois foi Gregory a falhar, mas, muito antes disso, o jogo esteve prestes a ser uma questão definitivamente encerrada. Quaresma falhou esse ponto final, mas o desfecho da história manteve-se. Desde a primeira linha. 
 


Ficha de jogo


Estádio Cidade de Barcelos | relvado: encharcado | espectadores: 4112 | árbitro: António Costa, da AF Setúbal| assistentes: Venâncio Tomé, Hernâni Fernandes | 4º árbitro: Sérgio Cruz


Gil Vicente 0 - FC Porto 1
GOLOS [0-1] Lucho González 1'


FC Porto
99 Vítor Baía GR
12 Bosingwa LD
14 Pepe DC
4 Pedro Emanuel DC
21 César Peixoto LE
18 Paulo Assunção MD
8 Lucho Gonzalez MO
6 Ibson MO 45'
17 Jorginho AD 84'
11 Lisandro AV 87'
7 Quaresma AE
T: Co Adriaanse
1 Helton GR
3 Ricardo Costa DC
35 Marek Cech LE
20 Diego MO 45'
27 Alan AD 84'
9 McCarthy AV
39 Hugo Almeida AV 87'


Amarelos 67' Paulo Assunção, 88' César Peixoto. 
 


ESTATÍSTICA DO JOGO


FC Porto
7 remates
0 poste
5 à baliza
1 golos
1 fora
1 pequena-área
3 grande-área
3 fora da área
14,2 eficácia remate/golo
17 faltas cometidas
2 cantos
2 foras-de-jogo


 Diego: "Grande vitória"


Telegráfico nas declarações à saída para o balneário, Diego destacou apenas as dificuldades sentidas pelo FC Porto, sobretudo as causadas pelas condições climatéricas e do relvado do Municipal de Barcelos. "Foi uma grande vitória. Quem quer ser campeão tem de saber superar este tipo de dificuldades", referiu aos microfones das rádios segundos depois do apito final.


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Diego 4


Entrou cheio de vontade, combinando duas vezes com Quaresma. Mais tarde, foi egoísta num lance em que devia ter soltado a bola. A partir daí, nunca mais desequilibrou.


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Fonte:OJogo


Imagens:Gettyimage

publicado por Diego_Meu_Anjinho às 10:38

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Domingo, 27 de Novembro de 2005

Convocados para o Gil Vicente

gilvicente_Fcp.jpg


 Bruno Alves e Ivanildo são os jogadores ausentes da convocatória do F.C. Porto tendo em vista o jogo de segunda-feira com a Académica e tendo como termo de comparação a lista elaborada para o último embate, com o Glasgow Rangers.


De fora continuam os lesionados Sokota e Bruno Moraes, assim como Jorge Costa, devidamente dispensado para tratar do seu futuro, Hélder Postiga, que continua na equipa B, e Fatih Sonkaya, que não é opção. Assim como Paulo Ribeiro e Raul Meireles.


Lista de convocados:
Guarda-redes: Vítor Baía e Hélton.
Defesas: Bosingwa, Cech, César Peixoto, Pedro Emanuel, Pepe e Ricardo Costa.
Médios: Diego, Ibson, Jorginho, Lucho Gonzalez e Paulo Assunção.
Avançados: Alan, Hugo Almeida, Lisandro Lopez, McCarthy e Quaresma.

publicado por Diego_Meu_Anjinho às 21:23

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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2005

Diego- Grande entrevista

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 Depois do regresso à titularidade, o médio brasileiro refuta a hipótese de sair do FC Porto, desde que não seja para ficar no banco. Diego até gostou da exibição da equipa, embora considere que aquela desatenção final não pode acontecer na Liga dos Campeões


O jogo com o Glasgow Rangers ficou atravessado na garganta de Diego e de todos os jogadores do FC Porto. Aliás, ficou tão atravessado como o do Artmedia, de certa forma parecido com o de anteontem. Em ambos, a equipa estava em vantagem e acabou a perder pontos, complicando muito a continuidade na Liga dos Campeões. Depois do jogo em que regressou à titularidade, Diego explicou que não andava satisfeito com a condição de suplente e pouco utilizado. "Não estou desiludido, porque sempre soube do meu potencial e daquilo de que sou capaz. É lógico que nenhum jogador gosta da situação em que me encontrava. Nunca vou admitir essa situação, apesar de respeitar a decisão de qualquer um. Mas não é aquele [no banco] o meu lugar e tento provar a cada dia que tenho condições de ser titular". Recentemente, e por não estar a jogar com regularidade, chegou a haver notícias de clubes interessados, mas Diego recusa a ideia de sair, pelo menos para já. "Estou concentrado cem por cento no FC Porto. O meu interesse é continuar e a minha satisfação é grande por fazer parte do plantel. Por enquanto, não vejo hipótese de sair", afirmou.

O médio brasileiro foi uma das novidades de Adriaanse frente aos escoceses e depois saiu quando o treinador repôs o equilíbrio defensivo, se bem que tenha sido nessa altura que o FC Porto sofreu o empate. "Esperávamos uma vitória. Lutámos por ela até ao último minuto e fizemos tudo certo até ao momento em que sofremos o golo. Tivemos paciência, trabalhámos e trocámos a bola perante uma equipa que veio disposta unicamente a empatar. Fizeram um jogo muito complicado, com dez jogadores atrás da linha da bola, e por isso foi bastante difícil. Mesmo assim, com persistência e trabalho conseguimos chegar ao golo, mas depois, com uma asneira da nossa equipa, acabámos por sofrer o golo do empate quase no fim do jogo", explicou Diego.


Agora, a máquina calculadora é um objecto que os jogadores terão de levar na bagagem para Bratislava. "O golo do Glasgow Rangers deixou-nos com uma sensação amarga e ruim, porque conseguimos o primeiro objectivo, que foi marcar um golo, e depois deixámos a vitória escapar quando já tínhamos os três pontos nas mãos. Agora estamos numa situação complicada, mas a esperança é a última que morre. No jogo com o Rangers pecámos porque dependíamos só de nós e agora passámos a depender de outros resultados além da nossa vitória. É uma situação complicada, se bem que obviamente vamos lutar para vencer o jogo com o Artmedia".


 


"Não sabemos qual é a origem dos erros"



Explicar o empate com o Glasgow Rangers é difícil e apesar de admitir que houve uma asneira da equipa, Diego não consegue apontar o dedo a algo ou a alguém em especial. "O empate originou um sentimento inexplicável. É uma sensação parecida com a que tivemos com o Artmedia, quando tínhamos o jogo ganho e acabamos por perder. Não foi a primeira vez que aconteceu e temos de corrigir esses aspectos. Com o Rangers fizemos tudo certo e numa desatenção que cometemos acabamos por sofrer um golo. Num jogo da Liga dos Campeões não pode haver desatenções. Não sabemos qual é a origem delas. Se a equipa soubesse, não pecaria dessa forma em momentos cruciais".


O empate na Liga dos Campeões não terá consequências a nível interno. Pelo menos, é essa a convicção de Diego. "Acredito que não vai prejudicar. Na Liga portuguesa a equipa tem tido um crescimento muito bom e não podemos parar essa tendência, pelo que acredito que o resultado com o Rangers não vai influenciar nada o nosso comportamento".


Sobre a sua exibição, o médio brasileiro admitiu que não foi brilhante, mas nunca virou a cara à luta. "Foi um jogo muito complicado, porque havia demasiados jogadores a defender. Se não dava na técnica, procurei esforçar-me e acredito que dei o meu contributo", disse, explicando depois a sua saída: "É uma questão de opção. Tínhamos acabado de marcar o golo e não se justificava continuar com três defesas, jogando um para um, pelo que talvez tenha sido por isso que saí. Estou preparado para tudo e tenho de respeitar as opções em favor da equipa e esperar que as coisas resultem. Infelizmente, isso não aconteceu".


  "Acredito que posso ir ao Mundial"



Aliás, o jogador pensa que ainda é possível estar nos eleitos de Carlos Alberto Parreira para o Mundial de 2006. "Quanto menos destaque tenho, mais longe fica o Mundial. Tenho consciência disso e é por isso que trabalho cada vez mais. Apesar de ter 20 anos, não admito perder tempo na minha carreira. Penso que posso ser chamado para o Mundial, porque tive 14 passagens na selecção entre 2002 até agora e acredito que o meu nome está na lista".

publicado por Diego_Meu_Anjinho às 11:17

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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2005

FCPorto-1 Rangers-1

 lololololol.jpg



 Nada feito. O FC Porto ainda não sabe que os adversários também estão autorizados a marcar golos, mesmo os fraquinhos como o Rangers, e por isso continua no último lugar do grupo, à espera que a inteligência caia do céu. Uma coincidência apenas: Adriaanse mudou o onze que ganhou os dois últimos jogos


O FC Porto empatou ontem, em casa, contra uma espécie de Setúbal aquando da passagem pelo Dragão, e não forçosamente melhor, embora, com toda a certeza, mais bem nutrido, pelo menos na conta bancária. A equipa do Rangers é tudo o que os maus resultados dizem dela. O problema de Co Adriaanse é que o FC Porto também. Ingenuidade e desconcentração são virtudes muito mal cotadas na Liga dos Campeões, vá lá saber-se por quê, e é por isso que os dragões têm um pé fora da prova e outro enfiado numa poça de lama de onde só um improvável acesso de sabedoria os poderá tirar.

Nos próximos dias, Co Adriaanse há-de ser censurado por ter alterado o onze, contra as expectativas de quem vinha observando a evolução do FC Porto, baseada no entendimento entre Lucho, Assunção e Ibson. Dessa coincidência, o holandês não pode livrar-se - mudou e não ganhou -, mas não deve ser assim tão simples. Adriaanse entendeu ao que vinham os escoceses e investiu nos recursos adicionais de Diego, bem como na velocidade, abdicando de combater o Rangers na especialidade dele, o físico. Por isso, ficaram no banco Ibson e Hugo Almeida, sem que se possa, honestamente, defender que qualquer esquema alternativo pudesse ter resultado melhor: contra cinco médios, três deles defensivos, e um avançado que joga, juntamente com todos os colegas, atrás da linha da bola, não há milagres.


Quer dizer, é suposto que não haja. O FC Porto mudou ao intervalo, descartando o central que tinha obviamente a mais para jogar com outro ponta-de-lança, Hugo Almeida, ao lado de Lisandro, ontem transplantado com êxito para essa posição. O risco até foi controlado, porque Adriaanse tinha Bruno Alves a aquecer e obrigou o quarto árbitro a pô-lo em jogo pouco depois de Lisandro ter feito o golo: voltava tudo ao esquema original, passava a ser o Rangers obrigado a mexer-se e como poderia fazê-lo, sem Prso, sem desequilibradores, sem um jogador que valha sequer a pena destacar? É neste ponto que convém nunca menosprezar as capacidades deste FC Porto para inventar as soluções que os adversários não têm.


Durante algum tempo, as boas graças de Adriaanse mantiveram-se. Mesmo sem Ibson e ainda que regressando à muito duvidosa valorização de Jorginho no meio-campo - uma insistência comum a uma série de dias infelizes do FC Porto -, a equipa resistiu bastante bem uns quantos minutos às entradas de dois avançados e um médio ofensivo no Rangers, antes de fraquejar numa jogada que talvez convenha explorar melhor no jornal de amanhã. Por que motivo não estava ninguém na esquerda aos 84 minutos? Porquê aqueles metros ganhos tão facilmente por Ricksen? Como se explica um cruzamento tão facilitado? Por que se deixou o FC Porto empurrar? Por que se deixa o FC Porto empurrar sempre? É neste aspecto que, de um ponto de vista pedagógico, Co Adriaanse pode ter responsabilidades. Em Glasgow, em casa com o Artmedia e em Milão faltou sempre inteligência no relvado. Faltou sempre quem soubesse como ganhar jogos. À falta de uma explicação devidamente certificada em laboratório, fica a coincidência lá de trás: o holandês mudou um meio-campo equilibrado, que parecia saber o que estava a fazer, e a verdade é que não ganhou o jogo. Se calhar, o que parece é.


Ficha de jogo


Estádio do Dragão | relvado: excelente | espectadores: 39 499 | árbitro: Herbert Fandel, Alemanha | assistentes: Volker Wezel, Carsten Kansas | 4º árbitro: Manuel Greafe 
 


FC Porto 1 - Rangers 1


GOLOS [1-0] Lisandro 60', [1-1] McCormack 84'


99 Vítor Baía GR
12 Bosingwa LD
7 Pepe DC
4 Pedro Emanuel DC 45'
21 César Peixoto LE
18 Paulo Assunção MD
8 Lucho González MO
20 Diego MO
17 Jorginho AD 65'
7 Quaresma AE
11 Lisandro AV
-
1 Helton GR
3 Ricardo Costa DC
13 Bruno Alves DC 65'
6 Ibson MD
25 Ivanildo AE
39 Hugo Almeida AV 45'
9 McCarthy AV
T: Co Adriaanse


Amarelos 84' Quaresma


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4 Diego


Falta-lhe confiança, como já faltou a outros que agora a têm. Surpresa de Adriaanse, passou a primeira parte na sombra. Bem escura. Não houve um passe, um rasgo de génio, nem uma zona de acção definida. Encostou-se ao lado que era de Ibson, sem a suposta criatividade que deveria baralhar os escoceses. Ironicamente, estava mais solto quando foi obrigado a sair por questões tácticas.
 

publicado por Diego_Meu_Anjinho às 21:21

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Terça-feira, 22 de Novembro de 2005

Convocados para o Rangers

fcp_rangers.jpg


 As chamadas de Bruno Alves e Ivanildo são as grandes novidades na convocatória do F.C. Porto para o jogo com o Glasgow Rangers. O treinador manteve os 18 seleccionados do jogo com a Académica, na última jornada, reforçando o grupo com dois elementos, um defesa central e um extremo.


Co Adriaanse tem o plantel na máxima força para o desafio com os escoceses, que se disputa na quarta-feira, a contar para o Grupo H da Liga dos Campeões. Só a vitória permite aos azuis e brancos continuarem na corrida pelos oitavos-de-final da prova. Bruno Moraes e Sokota são os únicos lesionados.


Convocados:


Guarda-redes: Vítor Baía e Hélton;
Defesas: Bosingwa, Cech, César Peixoto, Pedro Emanuel, Pepe, Bruno Alves e Ricardo Costa;
Médios: Diego, Ibson, Jorginho, Lucho Gonzalez, Paulo Assunção, Ivanildo e Quaresma;
Avançados: Alan, Hugo Almeida, Lisandro Lopez e McCarthy;


Fonte:MaisFutebol

publicado por Diego_Meu_Anjinho às 21:32

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Nome: Diego Ribas da Cunha
Data de Nascimento: 28-02-1985
Local de Nascimento: Ribeirão Preto
Nacionalidade: Brasileira
Altura: 1.73
Peso: 73 kg
Posição: Médio Ofensivo
Equipa Actual: Werder Bremen
Principais Títulos: 2 Campeonatos Brasileiros (2002 e 2004), pelo Santos;1 Campeonato Português (2006), pelo FCPorto; 1 Supertaça Portuguesa (2004) e 1 Taça Intercontinental (2004), pelo FCPorto; 1 Campeonato Sul-Americano, pela Selecção do Brasil de Sub-17, 1 Torneio de Toulon e 2 Copa América (2004 e 2007), 1 Torneio Ilhas Canárias pela Selecção Sub-17 (2001) e 1 Taça da Liga da Alemanha, pelo Werder Bremen (2006)
Site Pessoal: www.diego10.com.br

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