Segunda-feira, 27 de Março de 2006

Academica-0 FCPorto-1

fcporto_academica_dianjinho.JPG

A chamada do jovem Hélder Barbosa é a principal novidade da lista de convocados de Co Adriaanse para a deslocação a Coimbra, onde este domingo, pelas 18.30 horas, a formação portista defronta a Académica. O esquerdino foi promovido ao plantel principal por Co Adriaanse em Dezembro passado e participou no jogo amigável frente ao Dínamo Moscovo realizado a 18 de Janeiro. Antes disso, na época de Mourinho, fez a estreia pela equipa principal frente ao Barcelona na inauguração do estádio do Dragão.

Oficialmente, porém, Hélder Barbosa foi convocado pela primeira vez este sábado, uma estreia patrocinada por Co Adriaanse, que agora pode também ficar marcado na carreira do promissor jovem fazendo-o alinhar pela primeira em jogos oficiais pela principal equipa azul e branca. Para compensar a entrada de Hélder Barbosa o treinador holandês extraiu da convocatória o também jovem Anderson, que já no clássico frente ao Sporting tinha ficado de fora da lista de dezoito eleitos para a ficha de jogo.

Ibson, Paulo Ribeiro e Bosingwa cedem lugar a Alan, Hélton e Jorginho

Co Adriaanse operou mais três alterações na lista de convocados relativamente ao jogo com o Sporting, deixando de fora os nomes do guarda-redes Paulo Ribeiro, do defesa Bosingwa (castigado) e do médio Ibson, que cedem os lugares no lote dos eleitos a Hélton, Jorginho e Alan. Os dois primeiros regressam, de resto, após uma paragem de várias semanas por lesão. Refira-se por fim que o avançado Adriano, que ainda ontem trabalhara condicionado devido a uma contusão na perna direita, debelou completamente a lesão e foi chamado, podendo por isso ser opção para um jogo em que apenas os crónicos Sokota, César Peixoto e Bruno Moraes não podem ser opção por lesão.

Lista de convocados:

Guarda-redes: Vítor Baía e Hélton;
Defesas: Bruno Alves, Pedro Emanuel, Pepe, Ricardo Costa e Marek Cech;
Médios: Paulo Assunção, Jorginho, Raul Meireles, Lucho González e Hélder Barbosa;
Avançados: Ricardo Quaresma, Lisandro López, McCarthy, Adriano, Hugo Almeida e Ivanildo e Alan.

Fonte:MaisFutebol

O Jogo:

Um pontapé certeiro de Hugo Almeida, pouco depois de ter sido lançado por Adriaanse, desencravou o jogo e permitiu ao FC Porto manter o fôlego na liderança. A Académica começou por contentar-se com o empate e acabou surpreendida num golpe baixo do avançado.

FC Porto?s Hugo Almeida (L) celebrates a


Dizem que dá azar, mas não parece que o FC Porto tenha razões de queixa. Hugo Almeida entrou no jogo de pé esquerdo, embalando com ele um remate que Dani não conseguiu parar. Desconte-se a parcela supersticiosa do assunto e divida-se em partes a frase anterior para um exercício mais estimulante: Hugo Almeida, uso do pé e golo. Parecem contradições entrelaçadas, mas foi mesmo dessa conjugação improvável que surgiu uma bombada de oxigénio que garante fôlego na liderança. Junte-se Jorginho ao parágrafo que resume o momento determinante, porque foi dele o passe que rasgou caminho para Hugo Almeida, e, ainda antes do ponto, garante-se um final feliz por conta da reconciliação dos adeptos portistas com dois mal-amados.

Prosseguindo com a história, é justo reconhecer o protagonismo de Adriaanse. Não foi a primeira vez que o holandês se socorreu dos centímetros de Hugo Almeida, mas é precisamente por se saber como terminaram as tentativas anteriores que o facto ganha um relevo acrescido. A previsível tentação por uma abordagem mais preguiçosa, assente em lançamentos para a cabeça do avançado, tinha tudo para deixar os centrais da Académica de guardanapo pendurado ao pescoço, à espera do banquete. Apesar do improviso a que Nelo Vingada foi forçado, depois da lesão de Zé Castro, Hugo Alcântara e Paulo Adriano dominavam tudo o que vinha por alto. As duas primeiras tentativas do FC Porto nesse estilo reforçaram a ideia: o chuveirinho corria o risco de se transformar num banho de imersão, onde o líder acabaria por se afogar. À terceira, desfez-se o equívoco. Os portistas apostaram no tal golpe baixo, destruindo a eficácia defensiva da Académica. Vingada, cauteloso até aí, apostou em Luciano e tentou reverter a desvantagem. Sem grandes argumentos, até porque Adriaanse foi rápido na resposta, reconfigurando a defesa com a entrada de Ricardo Costa. 
 

Agora, o princípio

FC Porto's Argetinian player Lucho Gonza


Desde a primeira linha e das improbabilidades que a alimentaram, esta parece uma história de loucos. Fim e meio estão explicados, falta o princípio. Uma parte interessante, a começar na baliza do FC Porto. Da cartola de Adriaanse saltou Helton, mais surpresa e meia: Pepe foi desviado para a direita, o que já era admitido, mas a novidade acabou por ser Alan. Peças novas para um estilo de jogo antigo, que começou por engasgar numa linha média sintonizada com os passes errados e, quando as coisas corriam melhor, num ataque de desperdício. Nelo Vingada asfixiou bem as peças nucleares do FC Porto e, depois de perder Zé Castro, ganhou um bónus inesperado: a lesão de Lucho González. Ainda que mais dominadores, os portistas eram lentos e previsíveis na movimentação. Só faltavam mesmo os néons a anunciar o destino da bola, pelo que o empate ao intervalo não surpreendia ninguém. A postura foi parcialmente corrigida ao intervalo, garantindo outro ritmo, ainda que longe de entusiasmar. 
 

Ficha de jogo

FC Porto South African Benni Mcarthy (L)


Estádio Cidade de Coimbra | relvado: estado razoável | espectadores: 13 069 | árbitro: António Costa [Setúbal] | assistentes: António Godinho [Setúbal] e Pedro Pinheiro [Setúbal] | 4º árbitro: Luís Reforço

Académica 0 - FC Porto 1
GOLO [0-1] Hugo Almeida, 71’

FC Porto
1 Helton GR
14 Pepe LD
4 Pedro Emanuel DC
35 Marek Cech LE
18 Paulo Assunção MD
8 Lucho González MO 41’
16 Raul Meireles MO
27 Alan AD
7 Quaresma AE
28 Adriano AV 63’
9 McCarthy AV 72’
T: Co Adriaanse
31 Vítor Baía GR
13 Bruno Alves DC
3 Ricardo Costa DC 72’
17 Jorginho AD 41’
25 Ivanildo AE
11 Lisandro AV
39 Hugo Almeida AV 63’ 
 

ESTATÍSTICA DO JOGO

FC Porto
10 remates
0 poste
3 defendidos
1 golos
6 fora
1 pequena-área
7 grande-área
2 fora da área
10% eficácia remate/golo
11 faltas cometidas
5 cantos
5 foras-de-jogo

Fonte:OJogo

publicado por Diego_Meu_Anjinho às 23:05

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Segunda-feira, 20 de Março de 2006

FCPorto-3 P.Ferreira-0

diego_FCP_p.ferreira.jpg 

Co Adriaanse faz regressar Raul Meireles ao lote de convocados do F.C. Porto, que defronta, este sábado, o Paços de Ferreira, em jogo da 27ª jornada da Liga. O médio cumpriu castigo no jogo da Taça de Portugal frente ao Marítimo. De fora ficam Alan e Pepe. O central viu o cartão vermelho na Madeira, pelo que cumpre castigo.

O conjunto portista cumpriu a última sessão antes do encontro frente aos pacenses no Dragão. Jorginho, Helton e Sokota voltaram a passar pelo relvado, fazendo treino condicionado. César Peixoto mantém-se em tratamento no departamento médico.

Guarda-redes: Vítor Baía e Paulo Ribeiro;
Defesas: Ricardo Costa, Pedro Emanuel, Bruno Alves, Cech;
Médios: Anderson, Bosingwa, Ibson, Lisandro Lopez, Lucho González, Raul Meireles, Paulo Assunção e Quaresma;
Avançados: Adriano, Ivanildo, McCarthy e Hugo Almeida.

No mesmo dia sobre Diego:

Presente da inauguração da Casa do F.C. Porto de Vale de Cambra, ao final da tarde desta sexta-feira, o presidente do clube portista, Pinto da Costa, garantiu aos jornalistas que a constante ausência de Diego das convocatórias não significa que o médio esteja de saída do clube.

«O Diego é para continuar no F.C. Porto. Se assim não fosse, já teria sido vendido. O treinador gosta dele, como gosta de todos os jogadores, mas só pode convocator dezoito para cada jogo, às vezes 19», explicou o dirigente do clube portista.

Pinto da Costa comentou ainda o alegado interesse do Ajax em Co Adriaanse. «O treinador tem contrato por mais dois anos. Só não tem por mais tempo porque eu não faço, por hábito, contratos com duração superior ao meu mandato», referiu o presidente do F.C. Porto, à margem da cerimónia

Será isto bom????

Fonte: MaisFutebol

McCarthy, Adriano e Lisandro sacaram do bolso as carteiras profissionais de goleadores no mesmo dia, para dar singularidade a um jogo muito parecido com os últimos do FC Porto na Liga: suave e cheio. No entanto, sem ter sido injustiçado, o Paços de Ferreira até deu que fazer

FC Porto Brazilian Anderson Oliveira  co

Um jogo cheio de coisas para dizer, sendo que nenhuma delas tem a ver com o árbitro, é sempre uma surpresa, mas pode ser também um dilema. Dar relevo ao quê? À curiosidade dos três golos assinados pelos três goleadores do FC Porto, para o caso de haver neles um significado especial? À vontade que os portistas, e não só, têm de ver Anderson fazer mais do que o normal num miúdo de dezassete anos atrapalhado com as novas exigências? Ou esquecer essas particularidades todas, se calhar até a suavidade com que a equipa de Adriaanse voltou a engordar uma vitória, e pôr os olhos naquele período, na segunda parte, em que o meio-campo do Paços de Ferreira incomodou de facto o adversário, jogando muito à maneira do que costuma fazer o Sporting? Constatações à parte, o FC Porto ganhou, teve lances de golo (a roçar o escândalo) antes de marcar e continuou a tê-los muito depois do 3-0. Cortando vinte minutos aos noventa - o que é muito -, teria sido perfeito.

A começar, uma daquelas alterações inesperadas com que Adriaanse gosta de nos fintar: o substituto de Pepe, no lugar de defesa central, foi Pedro Emanuel. Na esquerda, jogou Cech. Nada de injustificável, porque os avançados do Paços até são bem mais à medida do "capitão" do que de Bruno Alves. Na frente, manteve-se Anderson, para felicidade das bancadas, embora estas últimas tenham sido obrigadas a satisfazer-se com migalhas durante muito tempo. Entre jogar simples, como o treinador gosta, manter a bola, aguentar a pressão imediata dos adversários, que é novidade para ele, e procurar estar à altura das expectativas, Anderson já tinha mais em mãos do que era capaz de suportar. E o Paços de ontem não oferecia um só centímetro para leviandades. Os quatro defesas e dois trincos, complementados com mais dois médios e ainda dois avançados encarregues de iniciar a pressão mantiveram, do princípio até ao fim do jogo, a capacidade de colocar quatro jogadores em volta da bola. O que até deu alguma vida ao jogo.

FC Porto's Jose Bosingwa  (R)  vies with

Condenado ao futebol de primeiro toque, o FC Porto usou relativamente bem o espaço que era dado aos laterais, Bosingwa e Cech, começando por aí o desequilíbrio possível do Paços. Talvez não desse para entrar com a bola corrida pela baliza dentro, mas os cruzamentos que foram aparecendo incomodavam o suficiente. McCarthy passou por cima do mais intencional de todos eles pouco antes de marcar, à custa de um erro de Fredy, que quebrou a solidariedade do fora-de-jogo e, por consequência, a lógica de José Mota. A perder, servia de pouco aos pacenses aquele abraço tão apertado em volta da bola, e o segundo golo, registado logo no primeiro minuto depois do intervalo - e com Anderson ao jeito de cereja -, até com a esperança de um empate feliz num qualquer contra-ataque acabou. Mas ainda assim, depois disso, a insistência do Paços em jogar à bota dos adversários e em sufocar o transportador do jogo, abalou o FC Porto durante algum tempo, à laia de simulação do que os médios do Sporting podem fazer depois de amanhã, no Dragão, quando vierem discutir o Jamor com a equipa de Adriaanse. A comparação não é forçada. Se a coisa valeu como teste, o certo é que o holandês conseguiu desenvencilhar-se. O FC Porto arrumou esse período com o terceiro golo - admirável movimento de Lisandro e Lucho - e foi à procura do quarto. Custos do abanão? Um remate de Edson, mais leviano do que a situação merecia. Má nota apenas para a esterilidade do contra-ataque na fase seguinte. Marcar golos nessas alturas também é sinal de competência e não faltaram hipóteses. 
 

Ficha de jogo

FC Porto Argentinian Lisandro Lopez (C)


Estádio do Dragão | relvado: excelente| espectadores: 30 309 | árbitro: Hélio Santos [Lisboa] | assistentes: Ricardo Santos, Venâncio Tomé | 4º árbitro: Hugo Miguel

FC Porto 3 - Paços de Ferreira 0
GOLOS [1-0] McCarthy 31', [2-0] Adriano 46', [3-0] Lisandro, 74’

FC Porto
99 Vítor Baía GR
12 Bosingwa LD
4 Pedro Emanuel DC
35 Marek Cech LE
18 Paulo Assunção MD
8 Lucho MO
16 Raul Meireles MO
30 Anderson AD
28 Adriano AV 77’
9 McCarthy AV 56’
7 Quaresma AE 63’
T: Co Adriaanse
31 Paulo Ribeiro GR
3 Ricardo Costa DC
13 Bruno Alves DC
6 Ibson MO
25 Ivanildo AE 63’
11 Lisandro AV 56’
39 Hugo Almeida AV 77’

FC Porto
19 remates
0 poste
6 defendidos
3 golos
10 fora
2 pequena-área
7 grande-área
10 fora da área
15,7% eficácia remate/golo
6 faltas cometidas
5 cantos
3 foras-de-jogo

Fonte: OJogo

Imagens: Gettyimage

publicado por Diego_Meu_Anjinho às 13:45

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Quinta-feira, 16 de Março de 2006

Maritimo-1 FCPorto-2

 
O F.C. Porto garantiu esta quarta-feira a presença nas meias-finais da Taça de Portugal, depois de ter derrotado o Marítimo, no Estádio dos Barreiros, por 1-2. A partida do Funchal foi rica em emoções, com o Dragão a ter de lidar com todo o tipo de adversidade até poder festejar um sucesso justíssimo e que se apresenta como um prémio adequado à mistura de suor e classe que os azuis e brancos exibiram.
 
A equipa de Co Adriaanse apresentou-se com a estratégia que tem sido habitual, desta vez com Cech no meio-campo e Anderson, que se estreou a titular, a compor a trituradora atacante. O primeiro obstáculo do F.C. Porto, desde logo, acabou por ser o terreno de jogo, que não se apresentou em condições perfeitas, devido à chuva que caiu no Funchal pouco antes do desafio.
 
Para além de não poder desenhar o seu futebol num tapete perfeito, o Dragão deu ainda de caras com um adversário empenhado a defender, com um sector recuado muito povoado e uma estratégia clara de contra-ataque, pouco dada ao risco e ao arrojo.
 
O F.C. Porto assumiu, como sempre, os ritmos da partida. Dois remates de meia distância, assinados por Bosingwa e Quaresma, lançaram um aviso que viria a ser confirmado por McCarthy, ao minuto 22, numa das mais bonitas jogadas da noite, que envolveu uma trivela de Quaresma e um desvio venenoso de Adriano.
 
E a primeira labareda do Dragão podia ter sido decalcada no minuto seguinte, quando Adriano, em excelente posição, cabeceou contra um companheiro, num momento em que tinha tudo para abanar a rede e, muito provavelmente, matar o jogo e eventuais focos de dúvidas. Ao invés de festejar e abrandar, todavia, o F.C. Porto deparou-se com um empate inesperado, obtido pelos madeirenses na marcação de uma grande penalidade.
Mais um obstáculo, um tropeção ligeiro que não fez o F.C. Porto tombar. Nem mesmo quando Lucílio Baptista exibiu o segundo cartão amarelo a Pepe, logo no início da segunda metade, o Dragão deu mostras de titubear ou tremer. Exibindo uma enorme coragem e uma vontade fulgurante, os atletas azuis e brancos sacudiram dos ombros o peso da inferioridade numérica e aceleraram ainda mais, empurrando o adversário para as cordas.
 
Adriano esteve quase a desfazer a igualdade instantes depois, mas Marcos chegou primeiro à bola, e não foi feliz logo de seguida, quando McCarthy lhe devolveu a assistência do primeiro golo, mas a sua cabeçada não se dirigiu para a fatalidade. Que resposta! O F.C. Porto reagiu com futebol a mais uma armadilha do jogo e mostrou-se ainda mais decidido, criando oportunidades mais do que suficientes para desfazer um empate que já era mentiroso.
 
O tempo, todavia, foi passando e Adriano voltou a rondar de perto o golo. Sem êxito. Estava visto que o derradeiro obstáculo que esperava o Dragão na visita à Madeira seria um prolongamento imerecido. E o cenário confirmou-se. Da mesma forma que viria a confirmar-se a justiça da vitória azul e branca quando McCarthy, logo ao minuto 96, disparou cruzado para a baliza de Marcos.
 
Depois foi esperar e manter a lucidez. Vítor Baía tranquilizou a sua defesa quando finalmente o Marítimo arriscou e o F.C. Porto agarrou-se ao triunfo. A aventura na ilha estava a terminar. Todos os obstáculos tinham sido superados.

FICHA DO JOGO
Taça de Portugal (quartos-de-final)
Estádio dos Barreiros, no Funchal
Árbitro: Lucílio Baptista (Setúbal)
Assistentes: Luís Salgado e Hernâni Fernandes
4º árbitro: António Taia
 
MARÍTIMO: Marcos; Briguel, Fernando, Mitchell, Valnei e Evaldo; Wénio, Caíco e Marcinho; Filipe Oliveira e Kanu
Substituições: Wénio por Rincon (62m), Filipe Oliveira por Mancuso (73m) e Kanu por Paulinho (84m)
Não utilizados: Nélson, Nuno Morais, Gaal e Olberdam
Treinador: João Abel
 
F.C. PORTO: Vítor Baía; Bosingwa, Pepe e Pedro Emanuel «cap.»; Paulo Assunção; Quaresma, Lucho González, Cech e Anderson; McCarthy e Adriano
Substituições: Anderson por Bruno Alves (51m), Quaresma por Ibson (98m) e McCarthy por Hugo Almeida (115m)
Não utilizados: Paulo Ribeiro, Ricardo Costa, Ivanildo e Lisandro Lopez
Treinador: Co Adriaanse
 
Ao intervalo: 1-1
Marcadores: McCarthy (22 e 96m) e Kanu (33m, g.p.)
Disciplina: Cartão amarelo a McCarthy (30m), Pepe (32 e 49m), Briguel (54 e 120m), Rincon (65m), Valnei (72m), Quaresma (79m), Marcos (94m), Bruno Alves (95m), Vítor Baía (100m) e Cech (118m)
 
Fonte: FCPorto
 
Pai de Diego torna a falar:
 
O empresário e pai de Diego, Djair Cunha, abordou hoje aos microfones da TSF a ausência do médio das convocatórias de Co Adriaanse. E agente diz mesmo que está tudo tratado para a saída do FC Porto.

"Não retiro ma vírgula ao que já disse, o futuro do jogador não passa pelo FC Porto. Tudo o que foi falado, está dito e não vai ser retirado", afirmou.

O brasileiro ficou de fora das escolhas para o embate da Taça de Portugal, algo que não surpreende Djair Cunha:"Tanto o Diego como eu estamos totalmente tranquilos. Já sabemos o que espera o jogador e nada me surpreende nem mesmo a ausência do Diego na convocatória do jogo para a Taça de Portugal. O remédio é esperar."

Contudo, o empresário fez questão de indicar que o médio mantém uma postura correcta dentro do grupo de trabalho azul e branco: "O Diego é um jovem, tem o mundo do futebol pela frente. Eduquei-o no sentido de respeitar toda a gente, superiores e colegas, e é o que ele está a fazer. A sua postura é irrepreensível".

Fonte: Record
publicado por Diego_Meu_Anjinho às 13:28

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Segunda-feira, 13 de Março de 2006

Setubal-0 FCPorto-2

diego_FCP_setubal.jpg

O regresso de Paulo Assunção às opções do técnico holandês Co Adriaanse é a principal novidade na convocatória do F. C. Porto para o jogo frente ao V. Setúbal. O médio brasileiro Diego ficou mais uma vez de fora das escolhas, o que pode querer dizer que o diferendo com o técnico dos «dragões» ainda não foi ultrapassado. Em compensação, o jovem Anderson, que se estreou na última jornada, continua a ser aposta.

De fora ficaram também os lesionados Jorginho e Helton, que continuam a fazer apenas tratamento. César Peixoto, Sokota e Bruno Moraes , os três lesionados crónicos, recuperam também das lesões que os têm apoquentado e não são opção para a partida com os «sadinos».

A comitiva do F.C. Porto partiu rumo ao Sul logo depois de almoço e já depois de ter entrado em estágio. Um estágio que vai continuar agora nas margens do Sado, até à hora do jogo, que está marcado para esta sexta-feira no Bonfim, pelas 21.30 horas.

Lista de convocados:

Guarda-redes: Vítor Baía e Paulo Ribeiro;
Defesas: Bosingwa, Bruno Alves, Pepe, Ricardo Costa, Pedro Emanuel e Cech;
Médios: Paulo Assunção, Ibson, Anderson, Lucho González e Raúl Meireles;
Avançados: McCarthy, Ivanildo, Hugo Almeida, Lisandro López, Ricardo Quaresma e Adriano.

Fonte:MaisFutebol

O FC Porto acabou por ganhar facilmente um jogo que o Setúbal conseguiu encravar durante a maior parte do primeiro tempo. O golo de Adriano, na sequência de um canto, teve o condão de desatar o nó e de lançar os portistas para uma exibição mais eficaz que convincente, que lhes garante mais uma semana de liderança isolada.


Nada melhor que uma vitória incontestável e incontestada para sacudir a pressão para cima dos ombros dos outros. O FC Porto foi a Setúbal ganhar de forma clara e cristalina, garantindo mais uma semana de isolamento no topo da classificação. Com isso assegurou também o direito a um fim-de-semana tranquilo, em frente ao televisor, a torcer pela desgraça alheia, o que pode não ser bonito mas, nesta fase do campeonato, é inevitável. Note-se que o Setúbal não foi exactamente o adversário dócil que as estatísticas podem fazer adivinhar. Aliás, durante muito tempo, na primeira parte, ficou a sensação de que os sadinos tinham encontrado a forma de travar o ataque portista.

FC Porto?s Argentinian Lucho Gonzales (R

Hélio é um realista e o Setúbal que ontem defrontou o FC Porto era uma equipa pragmática, submetida à máxima segundo a qual se não é possível vencer, tenta-se empatar. Se os portistas atacam com quatro homens, os sadinos defendiam com cinco. Janício e Adalto para Quaresma e Lisandro, Binho e Auri para McCarthy e Adriano e Veríssimo como líbero para as sobras. No meio-campo, a filosofia mantinha-se, aplicando-se aos dois criativos. Sandro perseguia Raul Meireles, Ricardo Chaves marcava Lucho e apenas Paulo Assunção se livrava dos espartilhos de uma marcação pessoal e intransmissível, ainda que Pedro Oliveira fizesse questão de o pressionar sempre que o trinco portista tinha a bola nos pés. E o facto é que o ataque do FC Porto se eclipsou durante muito tempo na sombra dessas marcações. Os portistas dominavam o jogo, é certo, mas tratava-se de um domínio consentido pelo Setúbal, um domínio que se dissolvia em inconsequência na razão directa da proximidade da baliza sadina. Em contrapartida, com três homens rápidos no ataque, o Setúbal era uma equipa perigosa sempre que conseguia recuperar a bola no meio-campo, garantindo uma boa mão cheia de situações de igualdade numérica que a defesa portista foi resolvendo sem que tivessem chegado a incomodar Baía. Ao fim de quinze minutos era evidente que as duas equipas estavam encaixadas uma na outra, ao fim de meia-hora percebia-se que o jogo só podia ser desencravado num lance de bola parada ou de inspiração individual, e depois de quarenta minutos já se multiplicavam os bocejos na bancada. O despertador tocou logo a seguir.

Foi Adriano quem ganhou o canto, depois de Lucho González o ter descoberto na área por entre a floresta de pernas de defesas sadinos. Raul Meireles cobrou, cruzando a bola para o coração a área onde o avançado brasileiro surgiu, inesperadamente, mais alto do que Sandro, a cabecear, sem oposição, para o golo que desencravou o jogo. Faltavam quatro minutos para o intervalo e o desafio estava meio resolvido.

FC Porto's Portuguese defender Raul Meir

O Setúbal entrou para a segunda parte com vontade de mudar de vida. Hélio empurrou a sua equipa para a frente, mas acabou por desequilibrá-la e Quaresma aproveitou o desequilíbrio para resolver o encontro num lance enooooorme. O extremo pegou na bola no meio-campo do FC Porto, aguentou a pressão de Sandro, aproveitou o espaço que Lisandro libertou na direita ao levar dois defesas consigo para o meio, e foi lá cruzar para o segundo poste onde apareceu Raul Meireles a marcar, de cabeça. Faltava mais de meia-hora para o último apito de Pedro Henriques, mas o jogo acabou aí. 
 

Ficha de jogo

FC Porto's Portuguese midfielder Raul Me


Estádio do Bonfim | relvado: razoável | espectadores: cerca de cinco mil | árbitro: Pedro Henriques, Lisboa | assistentes: Gabino Evaristo, Carlos Nilha | 4º árbitro: Marco Pina

Setúbal 0 - FC Porto 2
GOLOS [0-1] Adriano 41', [0-2] Raul Meireles 51'

FC Porto
99 Vítor Baía GR
12 Bosingwa LD
14 Pepe DC
3 Pedro Emanuel LE
18 Paulo Assunção MD
16 Raul Meireles MO
8 Lucho González MO
11 Lisandro AD 82'
7 Quaresma AE
28 Adriano AV 89'
9 McCarthy AV
T: Co Adriaanse
31 Paulo Ribeiro GR
3 Ricardo Costa DC
13 Bruno Alves DC
35 Cech LE 82'
6 Ibson MD
25 Ivanildo AE
39 Hugo Almeida AV 89'

Amarelos 62' Pepe, 78' Raul Meireles 
 

ESTATÍSTICA DO JOGO

FC Porto's Argentinean forward Lisandro

 

FC Porto
10 remates
1 poste
5 à baliza
2 golos
2 fora
3 pequena-área
2 grande-área
5 fora da área
20 eficácia remate/golo
14 faltas cometidas
12 cantos
3 foras-de-jogo

Fonte:OJogo

publicado por Diego_Meu_Anjinho às 13:44

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Segunda-feira, 6 de Março de 2006

FCPorto-3 Nacional-0

diego_FCP_Nacional.jpg



Co Adriaanse não conta, definitivamente, com Diego, pelo menos enquanto se mantiver o divórcio público do jogador, anunciado de forma recorrente pelo seu pai e representante, com o F.C. Porto. Privado de Jorginho, por lesão, e Paulo Assunção, devido a castigo, o treinador holandês optou pelo regresso de Anderson (estreia em perspectiva) à lista de convocados, voltando a preterir Diego.


Sonkaya, Alan e Diego ficam de fora, por mera opção, tal como os lesionados Jorginho, Helton, César Peixoto (trio remetido a tratamento), Bruno Moraes (treino integrado condicionado) e Sokota (treino condicionado).


O F.C. Porto cumpriu a última sessão de trabalhos, antes da recepção ao Nacional da Madeira, nesta tarde de sábado, no Estádio do Dragão. No final do treino, Adriaanse divulgou a convocatória de 18 nomes, para o confronto com a formação insular, a partir das 18h30 de domingo, no recinto portista.


Subsistem algumas dúvidas quando à estratégia a utilizar, por parte do treinador holandês. Sem Paulo Assunção, a repetição do 3x3x4 está na deslocação de Bosingwa ou Raul Meireles para a posição mais recuada do sector intermediário, surgindo o regresso ao 4x3x3 com alternativa.


Lista de convocados:


Guarda-redes: Vítor Baía e Paulo Ribeiro;
Defesas: Bosingwa, Ricardo Costa, Bruno Alves, Pedro Emanuel, Pepe e Marek Cech;
Médios: Raul Meireles, Ibson, Lucho González e Anderson;
Avançados: Ricardo Quaresma, Lisandro López, Hugo Almeida, Adriano, McCarthy e Ivanildo


Fonte:MaisFutebol


Uma vitória que vale mais do que três pontos. Desde logo porque a resposta dos portistas após a derrota na Luz foi espectacular e depois porque vingou o pesadelo da época passada, com o mesmo adversário. McCarthy regressou aos golos, numa equipa que jogou em velocidade e pelas alas. O Nacional? Mostrou muito pouco


O FC Porto reagiu à derrota na Luz com o Benfica da melhor maneira. Depois de um desaire que fez com que as contas do título ganhassem uma vida nova, a equipa de Co Adriaanse deu uma prova de vitalidade ao bater o Nacional de forma justa e com um resultado ampliado, mantendo-se no primeiro lugar e a depender apenas de si próprio. Depois é quase impossível não recordar o resultado da época passada com os insulares, que na altura venceram por 4-0 e provocaram um escândalo de dimensões generosas. Desta vez, tudo correu como a teoria fazia prever e o 3-0 vinga completamente o desaire de há um ano. Não em termos de números, mas basta recuperar o resultado da primeira volta, quando Hugo Almeida marcou o único golo na Choupana, e chega-se à conclusão de que a vingança está feita.

 

F.C Porto?s Argentinian Lucho Gonzales c

E foi uma espécie de vingança de chinês, que esperou religiosamente um ano para encontrar a melhor forma de limpar a honra. É verdade que os intérpretes são diferentes, mas como o que conta são os números, a vitória de ontem matou um fantasma que andava a pairar na cabeça dos jogadores e adeptos. Talvez tenha sido esse um dos motivos para o FC Porto ter jogado tão bem. Os jogadores entraram extremamente determinados e conseguiram obter a vitória mais robusta de 2006 - a maior da época foi com a Académica, 5-1, mas ainda em 2005. O Nacional parece estar em queda livre, mesmo que ainda permaneça na parte de cima da classificação, dando ontem uma imagem pobre do que realmente vale.

Quando se esperava que Co Adriaanse não inventasse, apesar de Paulo Assunção estar castigado, o treinador holandês voltou a surpreender. Manteve a defesa que actuou na Luz e em vez de deslocar Bosingwa para o lugar de Assunção, preferiu colocar Marek Cech ao lado de Lucho e recuar Meireles para trinco. A verdade é que a configuração deu resultados e o meio-campo manteve a postura agressiva de sempre e ganhou dinamismo com o eslovaco, jogador de cabeça levantada e que sabe descobrir espaços. Na frente, os quatro elementos do costume. Tudo isto perante um Nacional preocupado em defender, com cinco elementos, ajudados por dois médios-defensivos (Chainho e Bruno), deixando apenas para Juliano, André Pinto e Miguel Fidalgo a missão de atacar. Por vezes conseguiram, mas na verdade sem rasgo, provocando apenas um par de sustos a Baía, que de resto resolveu-os com classe. Também o guarda-redes se redimiu do erro na Luz.

F.C Porto?s players (L) celebrate  thei

Ao jogar pelas alas e sempre em velocidade, o FC Porto chegou ao intervalo a vencer calmamente, com golos de McCarthy depois de um passe magnifico de Adriano (não marcava desde o Belenenses, na primeira volta) e Pepe, oportuno a cabecear após um canto de Meireles. Ainda assim, a eficácia podia ter sido melhor, porque houve outras oportunidades. A segunda parte foi jogada no mesmo ritmo, sempre em velocidade, mas talvez tenha faltado mais um golo para traduzir melhor a superioridade do FC Porto. Lucho González aproveitou da melhor forma uma jogada de Ivanildo e fuzilou Diego. Antes disso houve um momento importante do jogo, quando Baía se opôs com classe a um remate de Chilikov, voltando a brilhar quando impediu Ricardo Fernandes de marcar. A primeira defesa impediu o crescimento do Nacional e permitiu uma maior galvanização do FC Porto. Anderson foi um dos responsáveis, jogando como número dez e com velocidade para aparecer junto de Diego. Esteve quase a marcar, mas mesmo assim deixou as bancadas à beira da loucura, já de si extasiadas por uma exibição colectiva convincente. 
 


Ficha de jogo


F.C Porto?s Jose Bosingwa (L) vies with



Estádio do Dragão | relvado: em bom estado | espectadores: 33 909 | árbitro: Paulo Pereira (Viana do Castelo) | assistentes: Alfredo Braga (Braga) e José Carlos Santos (Aveiro) | 4º árbitro: Cosme Machado (Braga)


FC Porto 3 - Nacional 0
GOLOS [1-0] McCarthy 17', [2-0] Pepe 45', [3-0] Lucho González 51'

FC Porto
99 Vítor Baía GR
12 Bosingwa LD
14 Pepe DC
4 Pedro Emanuel LE
16 Raul Meireles MD
8 Lucho González MO 79'
35 Marek Cech MO
7 Quaresma AD
25 Ivanildo AE 61'
28 Adriano AV
9 McCarthy AV 69'
T: Co Adriaanse
31 Paulo Ribeiro GR
13 Bruno Alves DC
3 Ricardo Costa DC
6 Ibson MD 79'
11 Lisandro AD 61'
30 Anderson AE 69'
39 Hugo Almeida AV
 

ESTATÍSTICA DO JOGO


F.C Porto?s Brazilian Pepe (2ndR) celebr



FC Porto
17 remates
0 poste
5 à baliza
3 golos
9 fora
1 pequena-área
8 grande-área
8 fora da área
17,6 eficácia remate/golo
18 faltas cometidas
10 cantos
5 foras-de-jogo


Co Adriaanse sobre Diego


Sobre Diego:


"Diego é um bom jogador, um bom número dez. Treinando sempre bem, tem mais possibilidades de ser convocado"


Fonte: OJogo

publicado por Diego_Meu_Anjinho às 14:31

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Nome: Diego Ribas da Cunha
Data de Nascimento: 28-02-1985
Local de Nascimento: Ribeirão Preto
Nacionalidade: Brasileira
Altura: 1.73
Peso: 73 kg
Posição: Médio Ofensivo
Equipa Actual: Werder Bremen
Principais Títulos: 2 Campeonatos Brasileiros (2002 e 2004), pelo Santos;1 Campeonato Português (2006), pelo FCPorto; 1 Supertaça Portuguesa (2004) e 1 Taça Intercontinental (2004), pelo FCPorto; 1 Campeonato Sul-Americano, pela Selecção do Brasil de Sub-17, 1 Torneio de Toulon e 2 Copa América (2004 e 2007), 1 Torneio Ilhas Canárias pela Selecção Sub-17 (2001) e 1 Taça da Liga da Alemanha, pelo Werder Bremen (2006)
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