Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2006

Naval-1 FCPorto-2

FCPorto_Naval.JPG


O F.C. Porto, que defronta a Naval 1º de Maio na quarta-feira, a partir das 20h45, na Figueira da Foz, divulgou a lista de convocados para o encontro relativo à 5ª eliminatória da Taça de Portugal. A ausência de Vítor Baía é a principal nota de destaque, abrindo caminho para a titularidade de Hélton no confronto com os figueirenses. Os castigados Ricardo Costa e Paulo Assunção e o lesionado César Peixoto também não fazem parte do leque de opções de Co Adriaanse, que promoveu os regressos de Paulo Ribeiro, Bosingwa, Sonkaya e Raul Meireles às convocatória.


No final do treino vespertino, no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, a comitiva portista seguiu para o Bugaço, onde ficará em estágio antes de rumar à Figueira da Foz, para o embate com a Naval 1º de Maio. Quanto ao panorama clínico, Bruno Moraes está na recta final da recuperação, treinando de forma condicionada. Sokota fez treino condicionado, ginásio e tratamento, enquanto César Peixoto voltou a marcar presença no Olival, aguardando que o inchaço no joelho esquerdo diminua para seguir para a mesa de operações, em virtude da rotura do ligamento cruzado anterior.


Lista de convocados:


Guarda-redes: Hélton e Paulo Ribeiro;
Defesas: Sonkaya, Bosingwa, Bruno Alves, Pedro Emanuel, Pepe e Marek Cech;
Médios: Raul Meireles, Lucho González, Ibson, Jorginho e Diego;
Avançados: Ricardo Quaresma, Alan, Hugo Almeida, Lisandro López e Ivanildo.


Fonte:MaisFutebol


Dois lances duvidosos, um para cada lado, marcaram um jogo vazio. O FC Porto foi mais insistente na procura do golo, fez por merecer a passagem, mas correu riscos típicos de quem dá as discussões encerradas por antecipação



 

Foi ou não foi penálti? A pergunta repete-se duas vezes, uma para cada lado, e é pouco provável que alguém consiga dar-lhe uma resposta. Por mais que se bata no peito, por muito que se queira pôr as mãos no fogo sem temer queimaduras na defesa de uma ou outra tese, o problema vai sempre ficar preso à subjectividade da interpretação. Quem esteve no estádio não conseguiu chegar a consensos. Equipa de arbitragem incluída. Bruno Paixão, por exemplo, começou por ignorar a intervenção de Nélson Veiga até o assistente lhe interromper o raciocínio, fazendo-o reconsiderar. Mais taxativa, mas igualmente duvidosa, foi a decisão de punir Marek Cech e, com isso, revitalizar um jogo que, ao intervalo, parecia definitivamente arrumado. O assunto segue dentro de momentos, com previsíveis análises exaustivas às mãos dos dois jogadores, restando apenas uma certeza: a sina não muda e o FC Porto está mesmo apurado. Quanto às discussões propriamente ditas, os menos pacientes podem sempre recorrer ao método infalível para as encerrar. "Ok, toma lá a taça". Costuma resultar.


Tirando as mãos, faltou quase tudo para dar corpo ao jogo. Sobretudo cabeça. Adriaanse começou por não se dar mal com as alterações, mas ter-se-á precipitado ao julgar que a eliminatória estava bem segura numa vantagem tangencial. A primeira parte, jogada quase em exclusivo na direcção da baliza de Taborda, alimentou essa ilusão. Cech e Quaresma entendiam-se bem; Raul Meireles limpava no meio; Diego carregava a responsabilidade de assumir as coordenadas e o FC Porto dominava. Não havia Vítor Baía, Ricardo Costa, César Peixoto ou Paulo Assunção, mas isso pouco se notava em campo. Adriaanse parecia ter encontrado uma solução instantânea para dissolver os problemas determinados por essas ausências e o golo de Diego surgia nesse contexto como prova definitiva de que as aspirações da Naval seriam reduzidas a pó. As receitas instantâneas são assim: é mexer e pronto. Às vezes exagera-se. E que tal sem Quaresma? A pergunta assaltou o treinador portista, que foi a esse extremo e, ainda que sem culpa directa de Alan, não ganhou para o susto. A Naval, que na primeira parte não passara de uma equipa de corpo presente, viu-se confrontada com uma oportunidade inesperada. A tal primeira mão, de Cech. Saulo converteu o penálti, resgatou os figueirenses ao espírito conformado e Álvaro Magalhães, que não se cansara de anunciar durante a semana a desistência por antecipação de uma prova que pouco lhe diz, atirou Gilmar para o relvado na esperança de segurar o empate e ganhar pontos numa previsível ansiedade dos portistas.


Sem Quaresma para desequilibrar, com Diego a baixar o ritmo e sem a inspiração de Lisandro, o FC Porto começava a dar sinais de intranquilidade. É certo que mais do que a Naval, os dragões pareciam temer o prolongamento e o consequente desgaste. Ainda que com a bola nos pés, não havia forma de chegar à baliza de Taborda com perigo. Os remates erravam na direcção, os cruzamentos esbarravam nos defesas. Um deles esbarrou em Nélson Veiga. A tal segunda mão. A pouco mais de dez minutos do fim, Lucho começou por manter a serenidade quando foi chamado a converter o lance decisivo. Uma serenidade que acabou por contagiar a equipa toda. O FC Porto podia, enfim, respirar da alívio. 
 


Ficha de jogo



Estádio Municipal José Bento Pessoa | relvado: estado razoável | espectadores: cerca de 1500 | árbitro: Bruno Paixão, AF Setúbal| assistentes: António Godinho, Pedro Pinheiro | 4º árbitro: Paulo Rodrigues


Naval 1 - FC Porto 2


GOLOS [0-1] 26' Diego, [1-1] 48' Saulo g.p., [1-2] 77' Lucho González g.p.


1 Helton GR
12 Bosingwa LD
14 Pepe DC
4 Pedro Emanuel DC
35 Marek Cech LE
16 Raul Meireles MD 84'
8 Lucho González MO
20 Diego MO
17 Jorginho AD 83'
11 Lisandro AV
7 Quaresma AE 45'
T: Co Adriaanse
31 Paulo Ribeiro GR
22 Sonkaya LD
13 Bruno Alves DC
6 Ibson MD 84'
27 Alan AE 45'
25 Ivanildo AE
39 Hugo Almeida AV 83'


´amarelos 29' Quaresma, 35' Pepe, 48' Marek Cech, 74' Lisandro


FC Porto


12 remates
0 poste
4 à baliza
2 golos
6 fora
1 pequena-área
6 grande-área
5 fora da área
16,6% eficácia remate/golo
25 faltas cometidas
4 cantos
5 foras-de-jogo


 Diego 5

 



 

Assumiu na primeira parte o papel que lhe estava destinado, ou seja, organizou o jogo, e na segunda fugiu dele. Marcou o primeiro golo, ao aparecer bem na área. Foi baixando de rendimento após o intervalo e, aos 59', não conseguiu melhor do que um pontapé para as nuvens quando estava em boa posição.

 

Fonte:OJogo

 

Imagens:FCPorto
publicado por Diego_Meu_Anjinho às 09:11

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1 comentário:
De Anónimo a 13 de Janeiro de 2006 às 20:57
PORTOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
DIEGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
A combinação perfeita =D
bjinhoxxx parceira!Maria
(http://postigathebest.blogs.sapo.pt)
(mailto:maria_gabi@msn.com)

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